NOVIDADES DO MERCADO

Aqui você fica sabendo de todas as novidades do mercado atualizadas diariamente.
2018-01-17 • Usiminas vai elevar preços de aço na distribuição em 13% a partir do dia 19
2018-01-17 • Planner melhora recomendação e eleva preço justo de CSN
2018-01-17 • Maggi diz que votará contra antidumpig na importação de aço
O ministro da Agricultura, Blairo Maggi, afirmou nesta terça-feira, 16, que votará contra a aplicação de sobretaxas na importação de laminados de aço da China e Rússia. A posição de Maggi é contrária ao que defende o Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC) e será apresentada em reunião da Secretaria Executiva da Câmara de Comércio Exterior (Camex), na quinta-feira, 18. Maggi usou o amplo comércio do agronegócio brasileiro com a China para justificar a decisão. Ele admitiu possíveis represálias do principal parceiro comercial do setor. Em 2017, a China foi responsável por 27,7% das compras de produtos do agronegócio brasileiro, ou um total de US$ 26,6 bilhões. "Vamos votar não, porque meu interesse é o agronegócio. Não adianta falar que não terá ligação (caso haja a sobretaxa) com o agronegócio, porque tudo está interligado", afirmou o ministro.
2018-01-16 • Câmara de Comércio Exterior defende barreira contra aço importado
Dois estudos produzidos pelo governo divergem sobre os efeitos da proteção à indústria brasileira do aço contra concorrentes importados de China e Rússia. Os oito ministros que compõem a Camex (Câmara de Comércio Exterior) darão a palavra final sobre a barreira na quinta-feira (18). A decisão, que colocou em lados opostos as siderúrgicas e os consumidores de aço no Brasil, como os fabricantes de eletrodomésticos e de carros, também divide o governo. Estudo elaborado pelo núcleo econômico da Camex, a que a Folha teve acesso, afirma que a proteção teria impacto levemente positivo na produção doméstica de aço (0,05%) e efeito quase nulo sobre a inflação (0,0008% sobre o nível de preços interno). O aço em discussão (laminados a quente) ficaria 0,14% mais caro no Brasil. O diagnóstico diverge do previsto pelo Ministério da Fazenda. Estudo da secretaria de acompanhamento econômico mostra que o impacto sobre a inflação seria maior (0,09%), fazendo com que eletrodomésticos ficassem até 3% mais caros. Ambos os documentos afirmam que os importados são parte reduzida do consumo nacional de aço e que a queda da produção doméstica –um dos fundamentos do pedido de proteção feito pelas siderúrgicas– se deve à redução da demanda interna, com a recessão.
2018-01-16 • Direito antidumping definitivo em importações de aço plano laminado a quente seria prejudicial, diz Fazenda
O Ministério da Fazenda informou nesta segunda-feira que avaliou, por meio de suas Secretarias de Acompanhamento Econômico e de Política Econômica, que a aplicação de direito antidumping definitivo (DAD) nas importações de aços planos laminados a quente originárias da Rússia e da China seria prejudicial a outras cadeias produtivas nacionais. O caso de meados de 2016 envolve as usinas siderúrgicas do país, representadas pelo IABr, e milhares de empresas consumidoras de aço que se reuniram em uma coalizão liderada pela associação de fabricantes de máquinas, Abimaq. Uma decisão da Câmara de Comércio Exterior (Camex) deve ser tomada na próxima quinta-feira. As siderúrgicas querem a aplicação de sobretaxas sobre as importações dos dois países, alegando prejuízo ao setor por prática de preços desleais. A avaliação é apoiada pelo Ministério do Desenvolvimento, que terminou no ano passado um parecer recomendando aumento da tarifa de importação, hoje em 12 por cento. No outro lado, os consumidores da liga afirmam que a elevação das tarifas deve gerar aumentos de preços no mercado interno e queda na competitividade da indústria de transformação de aço nacional. O pedido para aplicação de direito antidumping foi feito pelas siderúrgicas ArcelorMittal Brasil, Companhia Siderúrgica Nacional (CSN) e Gerdau Açominas . Segundo a Fazenda, "a aplicação de DAD traria efeitos líquidos negativos no conjunto de setores da economia nacional, uma vez que os mercados consumidores de aços planos laminados a quente, como os setores automotivos, de autopeças e de eletroeletrônicos, representam parcelas do PIB (Produto Interno Bruto) mais representativas do que o subsetor siderúrgico objeto da medida".
2018-01-16 • Fazenda e MDIC não se entendem sobre taxação de aço importado da Rússia e da China
A três dias da reunião da Câmara de Comércio Exterior (Camex), marcada para quinta-feira, foi tornada pública, nesta segunda-feira, a divergência entre os ministérios da Fazenda e da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC), em torno da aplicação de medidas antidumping às importações de aço da China e da Rússia. A Fazenda divulgou em sua página na internet uma nota alertando que a restrição ao ingresso de aços laminados a quente dos dois países seria prejudicial a outras cadeias produtivas brasileiras e ainda teria um impacto de 0,09% no IPCA. Esse posicionamento é contrário à recomendação do MDIC, que propôs a adoção de um direito antidumping definitivo, com base em investigação realizada pelo Departamento de Defesa Comercial (Decom) da pasta. Esse impasse entre as duas pastas reflete uma briga entre indústrias fornecedoras e consumidoras de aço no Brasil. A nota técnica da Fazenda, produzida pela Assessoria Especial de Reformas Microeconômicas e as secretarias de Política Econômica e de Acompanhamento Econômico, destaca que, sob a ótica concorrencial, verificou-se que a medida de afetaria negativamente os principais consumidores de laminados planos a quente, como os setores automotivo, de autopeças e eletroeletrônico. Ainda de acordo com o Ministério da Fazenda, uma possível restrição às importações dos dois países teria o potencial de impactar a inflação a curto prazo. Isto porque os importadores da Rússia e da China, em um mercado caracterizado como moderadamente concentrado, teriam o condão de aumentar a concorrência em um setor cuja oferta se concentra em poucos players." O MDIC não se pronunciou a respeito da nota. Porém, confirmou a recomendação de se aplicar direito antidumping, por constatar que o aumento das importações de siderúrgicos causou danos à indústria nacional.
2018-01-15 • Dois anos depois do desastre em Mariana, garimpo e pasto destroem contenções de lama nos rios
Passados mais de dois anos do rompimento da Barragem de Fundão, em Mariana, na Região Central de Minas, as estruturas de contenção e estabilização emergenciais na bacia mais atingida, a do Rio Gualaxo do Norte, não apenas se deterioram como têm sido devastadas deliberadamente. A constatação é de várias fontes, como o Ministério Público (MP), a Secretaria de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (Semad) e a própria reportagem do Estado de Minas, que denuncia o fato desde 4 de dezembro. Garimpeiros ilegais, em busca do ouro de aluvião que abundava desde a era colonial, pecuaristas com suas pastagens restritas depois do pior desastre socioambiental do Brasil e agricultores privados de seus espaços de plantio têm posto abaixo as cercas instaladas pela mineradora Samarco e posteriormente pela Fundação Renova, em nome da sobrevivência, mas impedindo que a natureza se recomponha. A quarta edição da Operação Watu – nome dado pelos indígenas Krenak ao Rio Doce, cuja bacia compreende o Gualaxo do Norte e vários outros mananciais atingidos – identificou vários pontos de degradação de estruturas ainda emergenciais instaladas para que os rios não prossigam o ciclo de injeção e depósito de minério de ferro e lama despejados pelo rompimento. A ação tem sido desempenhada pela Semad e auxiliada pela Renova, que é a fundação instituída pelo Termo de Transação de Ajustamento de Conduta (TTAC) firmado entre a União, os estados de Minas Gerais, Espírito Santo, a causadora Samarco e suas controladoras, a Vale e a BHP Biliton. Nesse rumo, a reportagem do EM seguiu as águas do Rio Gualaxo do Norte a menos de um quilômetro do povoado fantasma de Bento Rodrigues, novamente com cor vermelha de ferrugem devido às chuvas que continuam a despejar o rejeito das margens do manancial para o leito. Pelo menos quatro pontos de degradação são visíveis, impulsionados pelos jatos d’água das mangueiras das bombas dos garimpos nas margens ou em desvios que desfiguram o curso nesses processamentos ilegais.
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