NOVIDADES DO MERCADO

Aqui você fica sabendo de todas as novidades do mercado atualizadas diariamente.
2018-06-22 • Demanda interna de produtos siderúrgicos cai 15,5% em maio
O consumo aparente de produtos siderúrgicos foi duramente afetado em maio pela greve de caminhoneiros que paralisou o país durante quase duas semanas. O índice, que reúne tanto as vendas das empresas instaladas no Brasil quanto as importações, caiu 15,5% na comparação com o mesmo mês de 2017 e chegou a 1,36 milhão de toneladas, informou o Instituto Aço Brasil nesta quarta-feira. Só do segmento de aços planos — bobinas, chapas e outros — , o recuo na comparação anual foi de 19,4%, para 789 mil toneladas. A área de longos — vergalhões, por exemplo — encolheu em 9,4%, para 571 mil toneladas. Ainda assim, a demanda aumenta no ano. Durante os cinco primeiros meses de 2018, foram 8,06 milhões de toneladas, alta de 7,2% ante igual período do ano passado. Em planos, o avanço foi de 8,5%, para 4,89 milhões de toneladas, e em longos, de 5,1%, para 3,17 milhões de toneladas. De acordo com os dados do Aço Brasil, além de o mercado ter enfraquecido no mês passado, a participação das usinas nacionais também diminuiu. As vendas internas das siderúrgicas foram de 1,15 milhão de toneladas, queda de 17,8% em comparação anual, mas as importações subiram 3,9%, para 242 mil toneladas — penetração de 18%. De janeiro a maio, as vendas internas cresceram 7,7%, para 7,06 milhões de toneladas, e as importações aumentaram em 1%, para 1,03 milhão de toneladas, deixando a participação do produto estrangeiro no consumo em 13%. O instituto informou também que as vendas externas faturadas pelas usinas atingiram 1,25 milhão de toneladas em maio, ultrapassando as internas. O avanço foi de 1,2%. Nos cinco meses, houve queda de 0,1%, para 5,65 milhões de toneladas. Os números ainda mostram que a produção nacional de aço bruto encolheu 8,5% no mês passado, também na comparação anual, para 2,68 milhões de toneladas. A de laminados avançou 7,6%, para 1,95 milhão de toneladas, e a de semielaborados para venda a terceiros subiu 7,3%, para 794 mil toneladas. De janeiro a maio, foram produzidas 14,27 milhões de toneladas de aço bruto, um crescimento de 1,5%.
2018-06-22 • Produção brasileira de aço bruto cresce 1,5% nos cinco primeiros meses do ano
A atividade da indústria do aço recuou de forma sensível em maio devido à greve dos caminhoneiros. A impossibilidade de escoamento da produção e a falta de matéria prima para a produção resultaram no abafamento de 16 altos-fornos, paralisação de 10 aciarias e de 15 laminações. A produção brasileira de aço bruto recuou 8,5% em maio frente ao mesmo mês de 2017, para 2,7 milhões de toneladas. A queda da produção de aço bruto fez o setor utilizar seus estoques para não afetar em igual escala a produção de laminados, que foi de 2,0 milhões de toneladas. Por ter uma base de comparação baixa em maio de 2017, a produção de laminados também foi impactada positivamente e cresceu 7,6% frente ao mesmo mês do ano anterior. A produção de semiacabados para vendas foi de 794 mil toneladas, um aumento de 7,3% em relação ao mesmo mês de 2017. Pelo mesmo motivo apurado na produção de laminados, a menor base de comparação de maio de 2017 também impactou positivamente a variação da produção de semiacabados de maio de 2018. As vendas internas de maio de 2018 também foram muito afetadas pela greve e recuaram 17,8% frente a maio de 2017, para 1,2 milhão de toneladas. O consumo aparente de produtos siderúrgicos foi de 1,4 milhão de toneladas em maio, 15,5% inferior ao apurado no mesmo mês de 2017. As estatísticas de importações foram menos afetadas pela greve pelo fato do desembaraço aduaneiro ocorrer no próprio porto. Assim, mesmo se as mercadorias não chegarem ao destino serão computadas nas estatísticas de importações, caso tenham sido desembaraçadas. Em maio de 2018 foram importados 242 mil toneladas e US$ 233 milhões, o que representa um crescimento de 3,9% em quantum e uma alta de 6,4% em valor na comparação com maio de 2017. Já as exportações foram muito afetadas pela greve devido à dificuldade dos produtos chegarem aos portos. Em maio, a quantidade exportada recuou 48,1% (para 753 mil toneladas) e caiu 35,6% em valores (para US$ 484 milhões) na comparação com o mesmo mês de 2017. Dados do acumulado até maio de 2018 As variações dos indicadores da indústria do aço no acumulado de janeiro a maio também foram afetadas pela greve dos caminhoneiros. A produção brasileira de aço bruto cresceu apenas 1,5%, para 14,3 milhões de toneladas, uma desaceleração dos 4,1% registrados no acumulado até abril. A produção de laminados foi menos afetada dada a utilização de estoques das empresas e cresceram 7,2% no acumulado até maio, para 9,8 milhões de toneladas. A produção de semiacabados para vendas totalizou 3,9 milhões de toneladas no acumulado até maio de 2018, um aumento de 1,3% frente ao mesmo período de 2017. A expansão das vendas internas arrefeceu de 14,7% no acumulado até abril para 7,7% no acumulado até maio, para 7,1 milhões de toneladas. O consumo aparente nacional de produtos siderúrgicos foi de 8,1 milhões de toneladas de janeiro a maio de 2018, o que representa uma alta de 7,2% frente ao mesmo período do ano anterior. No acumulado até abril, a taxa de crescimento do consumo aparente foi quase o dobro: 13,3% na comparação com o mesmo período do ano anterior. As importações alcançaram 1,0 milhão de toneladas no acumulado de janeiro a maio de 2018, aumentando 1,0% frente ao mesmo período do ano anterior. Em valor, as importações atingiram US$ 1,1 bilhão, uma alta de 23,6% no mesmo período de comparação. As exportações atingiram 5,4 milhões de toneladas e US$ 3,3 bilhões nos cinco primeiros meses de 2018. Esses valores representam, respectivamente, queda de 11,0% e aumento de 9,3% na comparação com o mesmo período de 2017. Em termos de comparação, no acumulado de janeiro a abril de 2018, as exportações cresceram à taxa de 0,6% em quantum e 23,9% em valor.
2018-06-22 • CSN consegue prorrogação de licença ambiental no RJ por 90 dias
A Companhia Siderúrgica Nacional conseguiu mais 90 dias de prazo de autoridades ambientais do Rio de Janeiro para continuar operando sua usina produtora de aço em Volta Redonda, informou a empresa nesta quarta-feira. A CSN informou que segue "em negociação com os órgãos competentes do Estado do Rio de Janeiro para solução consensual definitiva das questões ambientais existentes". No final do ano passado, o Instituto Estadual do Ambiente (Inea), do Rio de Janeiro, determinou a paralisação das atividades da usina, principal instalação de produção de aço da CSN, por descumprimento de termos de acordo para solução de problemas ambientais da unidade. Na ocasião, a empresa recebeu um prazo de 180 dias para manter as operações da usina funcionando enquanto negociava acordos de redução de emissões de poluentes sob pena de ter a usina de Volta Redonda fechada. Em fevereiro deste ano, o diretor comercial da companhia, Luis Fernando Martinez, afirmou em entrevista à Reuters que não havia "a mínima chance da usina ser fechada" em virtude de garantias dadas à empresa pelo governador fluminense, Luiz Fernando Pezão, e que a companhia estava cumprindo as exigências do Inea. Procurados, representantes do Inea não puderam comentar o assunto de imediato.
2018-06-21 • ArcelorMittal anuncia investimento de R$107 mi para ampliar produção de aço para pneus em MG
A ArcelorMittal anunciou nesta quarta-feira investimento de 107 milhões de reais nos próximos três anos para aumentar a capacidade de produção de um tipo de aço voltado para reforço da estrutura de pneus de carros e caminhões e fabricado por unidade da empresa em Itaúna (MG). O investimento será aplicado ao longo de três anos pela Belgo-Mineira Bekaert Artefatos de Arame (BMB) para elevar em 35 por cento a capacidade de produção de cordoalhas de aço (steel cord) da fábrica, disse a ArcelorMittal, que detém participação majoritária na empresa. A companhia não revela sua capacidade atual de produção. Além da infraestrutura, os recursos serão usados em instalação de uma nova linha de latonagem (cobertura do arame com camada de latão), máquinas de trefilação e cablagem. Segundo o presidente da Belgo Bekaert, Ricardo Garcia, o investimento permitirá à fábrica em Itaúna agregar mais etapas ao processo de produção que atualmente são feitas em outras unidades do grupo. "Com o investimento, poderemos fazer o processo todo, ganharemos competitividade", disse Garcia, acrescentando que a empresa passará a ter condições de ganhar mais mercado local de importações. Segundo ele, hoje a BMB tem 75 por cento do mercado de cordoalha de aço no Brasil e os recursos tornarão "factível" para a empresa alcançar o nível de 85 por cento. Nas contas da BMB, o Brasil produz por ano 69,6 milhões de pneus. As vendas de veículos no Brasil neste ano atravessam forte alta, recuperando-se após quatro anos seguidos de queda. De janeiro a maio, os licenciamentos de carros, comerciais leves, caminhões e ônibus novos no país acumulam crescimento de 17 por cento e a produção tem alta de 12 por cento sobre o mesmo período do ano passado, segundo dados da associação de montadoras, Anfavea. Além do mercado interno, a empresa avalia planos para exportações para mercados latinos, incluindo Chile, Colômbia e Costa Rica. A expectativa é que as obras de ampliação da fábrica, que consome fio-máquina trefilado em usinas da ArcelorMittal como a de João Monlevade (MG), comecem no início do segundo semestre. Bekaert e ArcelorMittal operam atualmente 10 fábricas no Brasil, por meio de parcerias, nas quais o grupo siderúrgico detém participação majoritária. Questionado sobre o momento de aumento de incertezas sobre a economia e a situação político-eleitoral do país, principalmente após os impactos da greve dos caminhoneiros, Garcia afirmou que a BMB está vendo "boas perspectivas de médio e longo prazo na indústria automotiva". "As montadoras têm hoje competitividade para exportar, além disso, se a atividade econômica retomar e a renda subir as pessoas vão investir em seus veículos", disse o executivo. Ele ressaltou, porém, que o investimento da empresa, um dos poucos anunciados recentemente no país para aumento de capacidade produtiva, também tem um propósito defensivo. "(Cordoalha) é um produto em que estamos brigando principalmente aqui no Brasil com chineses e coreanos. Estamos atualizando tecnologias para nos tornar competitivos para enfrentarmos produtos importados", disse Garcia, citando ainda a guerra comercial entre os Estados Unidos e China, que pode resultar em desvio de fluxos de mercadorias.
2018-06-21 • Produção brasileira de aço bruto cresce 1,5% nos cinco primeiros meses do ano
A atividade da indústria do aço recuou de forma sensível em maio devido à greve dos caminhoneiros. A impossibilidade de escoamento da produção e a falta de matéria prima para a produção resultaram no abafamento de 16 altos-fornos, paralisação de 10 aciarias e de 15 laminações. A produção brasileira de aço bruto recuou 8,5% em maio frente ao mesmo mês de 2017, para 2,7 milhões de toneladas. A queda da produção de aço bruto fez o setor utilizar seus estoques para não afetar em igual escala a produção de laminados, que foi de 2,0 milhões de toneladas. Por ter uma base de comparação baixa em maio de 2017, a produção de laminados também foi impactada positivamente e cresceu 7,6% frente ao mesmo mês do ano anterior. A produção de semiacabados para vendas foi de 794 mil toneladas, um aumento de 7,3% em relação ao mesmo mês de 2017. Pelo mesmo motivo apurado na produção de laminados, a menor base de comparação de maio de 2017 também impactou positivamente a variação da produção de semiacabados de maio de 2018. As vendas internas de maio de 2018 também foram muito afetadas pela greve e recuaram 17,8% frente a maio de 2017, para 1,2 milhão de toneladas. O consumo aparente de produtos siderúrgicos foi de 1,4 milhão de toneladas em maio, 15,5% inferior ao apurado no mesmo mês de 2017. As estatísticas de importações foram menos afetadas pela greve pelo fato do desembaraço aduaneiro ocorrer no próprio porto. Assim, mesmo se as mercadorias não chegarem ao destino serão computadas nas estatísticas de importações, caso tenham sido desembaraçadas. Em maio de 2018 foram importados 242 mil toneladas e US$ 233 milhões, o que representa um crescimento de 3,9% em quantum e uma alta de 6,4% em valor na comparação com maio de 2017. Já as exportações foram muito afetadas pela greve devido à dificuldade dos produtos chegarem aos portos. Em maio, a quantidade exportada recuou 48,1% (para 753 mil toneladas) e caiu 35,6% em valores (para US$ 484 milhões) na comparação com o mesmo mês de 2017. Dados do acumulado até maio de 2018 As variações dos indicadores da indústria do aço no acumulado de janeiro a maio também foram afetadas pela greve dos caminhoneiros. A produção brasileira de aço bruto cresceu apenas 1,5%, para 14,3 milhões de toneladas, uma desaceleração dos 4,1% registrados no acumulado até abril. A produção de laminados foi menos afetada dada a utilização de estoques das empresas e cresceram 7,2% no acumulado até maio, para 9,8 milhões de toneladas. A produção de semiacabados para vendas totalizou 3,9 milhões de toneladas no acumulado até maio de 2018, um aumento de 1,3% frente ao mesmo período de 2017. A expansão das vendas internas arrefeceu de 14,7% no acumulado até abril para 7,7% no acumulado até maio, para 7,1 milhões de toneladas. O consumo aparente nacional de produtos siderúrgicos foi de 8,1 milhões de toneladas de janeiro a maio de 2018, o que representa uma alta de 7,2% frente ao mesmo período do ano anterior. No acumulado até abril, a taxa de crescimento do consumo aparente foi quase o dobro: 13,3% na comparação com o mesmo período do ano anterior. As importações alcançaram 1,0 milhão de toneladas no acumulado de janeiro a maio de 2018, aumentando 1,0% frente ao mesmo período do ano anterior. Em valor, as importações atingiram US$ 1,1 bilhão, uma alta de 23,6% no mesmo período de comparação. As exportações atingiram 5,4 milhões de toneladas e US$ 3,3 bilhões nos cinco primeiros meses de 2018. Esses valores representam, respectivamente, queda de 11,0% e aumento de 9,3% na comparação com o mesmo período de 2017. Em termos de comparação, no acumulado de janeiro a abril de 2018, as exportações cresceram à taxa de 0,6% em quantum e 23,9% em valor.
2018-06-21 • Demanda interna de produtos siderúrgicos cai 15,5% em maio
O consumo aparente de produtos siderúrgicos foi duramente afetado em maio pela greve de caminhoneiros que paralisou o país durante quase duas semanas. O índice, que reúne tanto as vendas das empresas instaladas no Brasil quanto as importações, caiu 15,5% na comparação com o mesmo mês de 2017 e chegou a 1,36 milhão de toneladas, informou o Instituto Aço Brasil nesta quarta-feira. Só do segmento de aços planos — bobinas, chapas e outros — , o recuo na comparação anual foi de 19,4%, para 789 mil toneladas. A área de longos — vergalhões, por exemplo — encolheu em 9,4%, para 571 mil toneladas. Ainda assim, a demanda aumenta no ano. Durante os cinco primeiros meses de 2018, foram 8,06 milhões de toneladas, alta de 7,2% ante igual período do ano passado. Em planos, o avanço foi de 8,5%, para 4,89 milhões de toneladas, e em longos, de 5,1%, para 3,17 milhões de toneladas. De acordo com os dados do Aço Brasil, além de o mercado ter enfraquecido no mês passado, a participação das usinas nacionais também diminuiu. As vendas internas das siderúrgicas foram de 1,15 milhão de toneladas, queda de 17,8% em comparação anual, mas as importações subiram 3,9%, para 242 mil toneladas — penetração de 18%. De janeiro a maio, as vendas internas cresceram 7,7%, para 7,06 milhões de toneladas, e as importações aumentaram em 1%, para 1,03 milhão de toneladas, deixando a participação do produto estrangeiro no consumo em 13%. O instituto informou também que as vendas externas faturadas pelas usinas atingiram 1,25 milhão de toneladas em maio, ultrapassando as internas. O avanço foi de 1,2%. Nos cinco meses, houve queda de 0,1%, para 5,65 milhões de toneladas. Os números ainda mostram que a produção nacional de aço bruto encolheu 8,5% no mês passado, também na comparação anual, para 2,68 milhões de toneladas. A de laminados avançou 7,6%, para 1,95 milhão de toneladas, e a de semielaborados para venda a terceiros subiu 7,3%, para 794 mil toneladas. De janeiro a maio, foram produzidas 14,27 milhões de toneladas de aço bruto, um crescimento de 1,5%.
2018-06-20 • CSN negocia com o governo do Estado doação de escória da Brasilândia
A CSN confirmou, em nota oficial, a informação apurada pelo DIÁRIO DO VALE de que a empresa está negociando com o governo do Estado do Rio – mais especificamente com a secretaria estadual de Agricultura – a doação da escória acumulada no depósito do bairro Brasilândia, em Volta Redonda. “A CSN, inclusive, está em tratativas com órgãos públicos para a doação de parte desse material para recuperação de estradas vicinais no Rio de Janeiro”, afirma a nota, que está reproduzida na íntegra ao fim da reportagem. A nota confirma também que o material, que é inerte, será usado na produção de asfalto para pavimentação de estradas em todo o Estado do Rio, principalmente rodovias rurais. De acordo com as informações obtidas pelo DIÁRIO DO VALE, o acúmulo de escória no terreno ocorreu devido à crise econômica que atingiu o país nos últimos anos. A Harsco Metals, contratada pela CSN para lidar com a escória, retira do resíduo todos os compostos metálicos que podem ser reaproveitados no processo siderúrgico e os devolve à CSN. O material restante (a escória) é vendido para a produção de asfalto e cimento. Com a redução recente da atividade econômica, o material se acumulou, segundo a empresa. A relação entre CSN e Harsco A CSN informou ainda em nota que tem contrato com a empresa Harsco para fazer a gestão do agregado siderúrgico originário de seu processo de fabricação do aço. Este material se encontra na Área de Beneficiamento operada pela Harsco, onde acontece a separação do material metálico, que volta como sucata metálica para ser reutilizado pela CSN. A mesma nota diz que “o restante do material, que não é perigoso, conforme análises físico-químicas feitas com base na Norma ABNT NBR 10.004, o classifica como Classe II – Não Inerte, sendo comercializado pela empresa para diversos fins, principalmente o de pavimentação. É prática comum o uso deste agregado siderúrgico por prefeituras em todo o pais na pavimentação de estradas rurais e vicinais”. A íntegra da nota da CSN “De início, cabe ressaltar que o material armazenado na área de beneficiamento operada pela empresa Harsco não é perigoso, conforme classificação da ABNT. Não representa qualquer risco ao meio ambiente e ao rio Paraíba do Sul. A empresa Harsco, que é licenciada e especializada para o processamento deste tipo de material, o faz seguindo todas as normas ambientais pertinentes. No processo de beneficiamento, a parte metálica do material é separada e volta a ser usada no processo siderúrgico. O que sobra é estéril, incapaz de contaminar o meio ambiente, tanto é que é destinado para o uso em pavimentação, em lastro de ferrovias e como base para asfaltamento de vias de tráfego, dentre outras formas de utilização. A CSN, inclusive, está em tratativas com órgãos públicos para a doação de parte desse material para recuperação de estradas vicinais no Rio de Janeiro. Estranha-se, contudo, que a ONG Associação Homens do Mar da Baía de Guanabara (Ahomar), sediada em Magé, até então com histórico de atuação na Baia de Guanabara, tenha passado a se preocupar com situações ambientais em Volta Redonda, sempre em desfavor da CSN, parecendo a todos estar sendo indevidamente utilizada para esse fim”.
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